A lavagem de veículos é um tema constantemente abordado quando refere-se ao uso de água potável em atividades humanas. Ainda que existam outras maneiras de lavar veículos, a tradicional forma de lavagem com mangueira ainda é a mais utilizada por seu menor custo. Mesmo usando muita água, o valor cobrado por lava-cars, quando contrata-se esse serviço, ou por m3, quando lava-se em casa, ainda é menor do que as outras formas de limpeza, como a lavagem a seco, onde a utilização de água é mínima e embora seja mais ambientalmente correta, é mais cara, custando em média R$21,00 em sua forma mais simples (http://www.geracaoturbo.com.br/materias/materia15.htm).
Cidades pequenas como Nova Prata do Iguaçu, localizada no Sudoeste do Paraná, não possuem outras formas de lavar veículos senão a tradicional, com mangueira e detergente, o que leva o dono do veículo a ficar sem opções na hora da limpeza do carro. Sendo dessa forma, a água da lavagem, impregnada por detergente, escorre pela calçada e cai nas galerias pluviais da cidade, chegando ao Rio Prata, pequeno córrego que corta a cidade no sentido Sul-Norte.
Não há como armazenar essa água para posterior retirada dos detergentes, pois o volume torna-se muito grande e a cidade não possui recursos para a construção de estações de tratamento. Quando esse resíduo não vai para um córrego, é possível que infiltre no solo, causando poluição desse local.
Embora a quantia de resíduo químico seja pequena na lavagem de um veículo, somando todos os carros da cidade passa a tornar-se considerável o volume de tal poluente que, não sendo tratado, pode gerar um forte impacto ambiental.
Essa forma de descarte da água de lavagem de veículos não acontece apenas nessa cidade, mas sim na gigantesca maioria delas em todo o Brasil, principalmente em locais mais interioranos.
Essas pequenas cidades carecem de investimentos em infra-estrutura de saneamento e de novas tecnologias para substituir a forma tradicional de execução das tarefas do dia-a-dia. Caso houvesse formas diferentes para lavar os carros, muitas pessoas migrariam da lavagem com mangueira para outros tipos mais ambientalmente corretos, porém na falta de tais tecnologias em cidades do interior, só resta continuar utilizando o método de sempre; buscando utilizar cada vez menos água e detergente quando lava-se o veículo em casa e esperando consciência ambiental dos donos de lava-cars, quando contrata-se tal serviço.
Thiago L. Veronese
Cidades pequenas como Nova Prata do Iguaçu, localizada no Sudoeste do Paraná, não possuem outras formas de lavar veículos senão a tradicional, com mangueira e detergente, o que leva o dono do veículo a ficar sem opções na hora da limpeza do carro. Sendo dessa forma, a água da lavagem, impregnada por detergente, escorre pela calçada e cai nas galerias pluviais da cidade, chegando ao Rio Prata, pequeno córrego que corta a cidade no sentido Sul-Norte.
Não há como armazenar essa água para posterior retirada dos detergentes, pois o volume torna-se muito grande e a cidade não possui recursos para a construção de estações de tratamento. Quando esse resíduo não vai para um córrego, é possível que infiltre no solo, causando poluição desse local.
Embora a quantia de resíduo químico seja pequena na lavagem de um veículo, somando todos os carros da cidade passa a tornar-se considerável o volume de tal poluente que, não sendo tratado, pode gerar um forte impacto ambiental.
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Thiago L. Veronese

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